Floresta Tropical Pluvial

Floresta Tropical Pluvial

A Floresta Tropical Pluvial, também chamada de floresta Ombrófila, é um bioma com vegetação de folhas largas e perenes, essa floresta é o mais complexo bioma da Terra tanto em estrutura quanto em biodiversidade.
Existe sob condições ótimas de crescimento: Precipitação abundante (úmida) e temperaturas elevadas (quente). Não há ritmo anual de estações, e a luz solar é o fator limitante, já que as copas das árvores fecham um teto, que dificulta a entrada de luz para os estratos inferiores.

Localização

As florestas tropicais pluviais são encontradas em um cinturão em torno do equador e nos sub-trópicos úmidos.

Fauna

Os mamíferos tem por característica aparecer em ambiente noturno ou habitam as árvores, como macacos e esquilos. Algumas espécies de répteis e anfíbios tem características arborícolas (habitam as árvores). No solo também vivem anfíbios, répteis, mamíferos herbíviros e mamíferos carnívoros (onças, gatos-do-mato etc.).

Clima

O clima da floresta tropical pluvial é quente (média de 27°C) e úmido, são florestas onde chega a chover mais de 180 centímetros por ano.

Flora

As plantas mais abundantes são árvores, em média com 50 metros, que só se ramificam perto do topo formando um “teto”, sob o qual existe um “andar” interno formado pelas copas mais baixas.

FLORESTA TROPICAL PLUVIAL:
 
 A floresta tropical pluvial, se localiza nas regiões tropicais do globo, em torno do equador e nos subtrópicos úmidos, o clima da floresta tropical pluvial é quente (média de 27°C) e úmido, são florestas onde chega a chover mais de 180 centímetros por ano (o que justifica o nome floresta tropical pluvial).
 
 A floresta tropical pluvial ocupa grande parte da América Central, norte da América do Sul (Bacia Amazônica), algumas regiões da África e Austrália, e algumas ilhas do Pacífico.
 
 A floresta tropical pluvial possui uma vegetação exuberante, em razão da grande quantidade de energia solar e água que recebe, tanto que a vegetação cresce durante todo o ano, com árvores atingindo até 60 metros de altura. As folhas das árvores são largas, o que facilita a absorção de luz solar sem que se desidratem, pois a água que a planta perde durante sua transpiração é compensada pela absorção de água pelas raízes. Sendo assim, essas plantas são chamadas de latifoliadas (latus=largo, amplo; folia= folha). Por manterem suas folhas durante todo o ano, essas árvores são chamadas de perenifólias (perennis= perpétuo, duradouro). As raízes das árvores são pouco profundas, sendo facilmente derrubadas nos desmatamentos. É frequente encontrarmos raízes tabulares que promovem uma maior fixação da planta.
 
 Nas florestas tropicais, as copas das árvores mais altas impedem que grande parte da luz do sol chegue ao interior da floresta, sendo que apenas 1% dessa energia atinge o solo. Isso diminui ou impede o desenvolvimento de várias espécies de plantas, enquanto outras (como bromélias, epífitas e samambaias) se desenvolvem sobre troncos das árvores como uma forma de ficarem mais próximas da luz. Na copa dessas árvores, podemos observar um dos mais populosos e diversificados ecossistemas da Terra, pois nela podemos encontrar milhares de espécies de animais em uma única árvore.
 
 O solo das florestas tropicais pluviais é pobre em nutrientes minerais, mas a reciclagem da matéria orgânica é muito rápida. Os fungos e bactérias presentes no solo levam cerca de dois meses para decompor uma folha, enquanto que em uma floresta temperada, essa folha demoraria de um a sete anos para ser decomposta. O resultado dessa decomposição são nutrientes minerais que são absorvidos pelos vegetais imediatamente e utilizados na fotossíntese e no seu metabolismo. Dessa forma, os nutrientes estão nos vegetais, e não concentrados no solo.
 As florestas tropicais pluviais são encontradas em um cinturão em torno do equador e nos subtrópicos úmidos, caracterizam-se por climas quentes, úmidos e com alta taxa de pluviosidade.
  Ocupam partes das Américas Central e do Sul, do leste e do centro da África, do sudeste da Ásia e da Austrália.
 
 CARACTERÍSTICAS:
 
– Presença de árvores de médio e grande porte, formando uma floresta fechada e densa;
– Rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais e vegetais;
– As árvores de grande porte formam um microclima na mata, gerando sombra e umidade
– Fauna rica com presença de diversas espécies de mamíferos, anfíbios, aves, insetos, peixes e répteis.
– Na região da Serra do Mar, forma-se na Mata Atlântica uma constante neblina.
 
 FAUNA:
 
 Uma variedade de insetos, aves e outros animais ocupa os topos das árvores, com eles as trepadeiras e as epífitas, isso constitui a parte mais abundante e diversificada da floresta tropical. Os mamíferos tem por característica aparecer em ambiente noturno ou habitam as árvores, como macacos e esquilos. Algumas espécies de répteis e anfíbios tem características arborícolas (habitam as árvores). No solo também vivem anfíbios, répteis, mamíferos herbívoros e mamíferos carnívoros (onças, gatos-do-mato etc.).
 FLORA:
 
 A floresta tropical pluvial é a mais rica em espécies do que a maioria das outras. É difícil ocorrer uma planta ou árvore que seja semelhante às suas vizinhas. Em uma área amostrada na Austrália, 1.261 árvores contadas em 5.000 m², havia 141 espécies representadas. Para efeito de comparação, em outras áreas de floresta temperada a média é de 10 a 15 espécies.
 
 As plantas mais abundantes são árvores, em média com 50 metros, que só se ramificam perto do topo formando um “teto”, sob o qual existe um “andar” interno formado pelas copas mais baixas. A estratificação resultante dos vários andares de vegetação origina diversos microclimas, com diferentes graus de luminosidade e umidade. As folhas são elevadas, densas e não caem (perenifólias – duradouras). Geralmente as folhas são amplas, largas (latifoliadas) e de cor verde-escura, com superfícies ventrais brilhantes, lisas e com as pontas em forma de goteira, facilitando o fluxo de água.
 
 As raízes são superficiais e os troncos costumam ser largos perto da base, de modo que fornecem fixação ampla e firme. Há numerosas trepadeiras lenhosas, cipós e epífitas (plantas que usam tronco das árvores como superfície de apoio). As epífitas podem obter água e minerais diretamente do ar úmido da folhagem. Muitas possuem as folhas em forma de taça que capturam a umidade e restos orgânicos, algumas possuem raízes esponjosas. Certas epífitas absorvem nutrientes de organismos em decomposição nesses reservatórios. Muitos tipos de plantas como samambaias, orquídeas, musgos e líquens, exploram esse tipo de vida.
 
 Uma grande variedade de palmeiras, cicadáceas, e samambaias, algumas das quais com 20 m ou mais de altura, crescem abaixo da folhagem. Pouca luz alcança o chão da floresta. Não há quase acúmulo de folhas, ao contrário do que ocorre nas florestas do hemisfério norte, pois, a decomposição é muito rápida. Qualquer coisa que toque o solo desaparece, é trasportada, consumida e decomposta rapidamente.
As florestas tropicais cobrem atualmente menos de 6% da superfície continental e insular da Terra.
– Estima-se que mais da metade de todas as espécies de plantas e animais do mundo vivem em florestas tropicais pluviais.
– As florestas tropicais pluviais produzem 40% do oxigênio da Terra.
 
– Fontes de pesquisa:
– http://brasilsustentaveleditora.com.br/biblioteca-virtual/floresta-pluvial-tropical
– http://pt.wikipedia.org/wiki/Floresta_tropical_pluvial
– http://www.alunosonline.com.br/biologia/floresta-tropical.html
– http://www.infoescola.com/biomas/floresta-tropical/
– http://escola.britannica.com.br/article/482327/floresta-tropical-e-equatorial